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	<title>escobjetconta2019 &#8211; Escritório Contábil Objetivo Jaú</title>
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		<title>Mapa da Inadimplência aponta mais de 62 milhões de endividados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Débitos com as instituições financeiras configuram o primeiro lugar em volume de dívidas O Mapa<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho">Débitos com as instituições financeiras configuram o primeiro lugar em volume de dívidas</h2>
<div>
<p>O Mapa da Inadimplência no Brasil, divulgado pelo Serasa, mostra que cerca de 62 milhões de brasileiros estavam endividados no mês de maio, tendo uma redução de 0,7% comparado aos mesmos dados verificados em abril.</p>
<p>O valor médio da dívida por pessoa, no entanto, é o maior dos últimos 12 meses e está em R$ 3.937,38, alta de 1,3% em relação ao mês anterior. O valor médio de cada conta em atraso é de R$ 1.162,43.</p>
<p>O maior volume de dívidas está na categoria bancos/cartão, representando 29,7% dos mais de R$ 211 milhões de débitos. Em seguida, estão as contas com luz, água e gás, com 22,3%. As compras no varejo representam 13% das dívidas dos brasileiros.</p>
<p>Em números absolutos, São Paulo lidera o número de negativados, com mais de 15 milhões, mais que o dobro do estado segundo colocado. O estado do Rio de Janeiro tem 6,15 milhões e Minas Gerais, 5,9 milhões. Bahia (3,92 milhões) e Paraná (3,27 milhões) aparecem entre os cinco mais inadimplentes.</p>
<p>O Serasa também aponta que os brasileiros estão buscando negociação pelo Serasa Limpa Nome. A faixa etária de 31 a 40 anos foi a que mais buscou uma solução financeira para os débitos, em seguida os com idade entre 18 e 25 anos.</p>
<p class="fontecontabeis"><em>Com informações Agência Brasil</em> &#8211; <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/47740/mapa-da-inadimplencia-aponta-mais-de-62-milhoes-de-endividados/" target="_blank" rel="noopener">www.contabeis.com.br</a></p>
</div>
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		<title>Balanço Patrimonial e o Impairment Test</title>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira etapas a serem cumpridas com o objetivo da transparência e credibilidade A atenção de<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho">Confira etapas a serem cumpridas com o objetivo da transparência e credibilidade</h2>
<div>
<p>A atenção de Contadores e Controllers com as exigências legais e a credibilidade das informações.</p>
<p>Todo gestor sabe a importância de reportar informações consistentes, quando falamos de profissionais ligados diretamente as áreas de Administração, Finanças e <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/contabil/contabilidade/">Contabilidade,</a> todo esse conjunto de informações é consolidado no <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/contabil/balanco_patrimonial/">Balanço Patrimonial</a> e também da <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/contabil/dre/">DRE</a> (Demonstração de Resultados do Exercício).</p>
<p>Demonstrativos com informações que não relatam transparência, com informações distorcidas nos resultados e que pouco representam a realidade dos Saldos Contábeis, danificam a imagem da Gestão Empresarial interna e externamente.</p>
<ul>
<li><strong>O Controle Patrimonial</strong></li>
</ul>
<p>O Controle Patrimonial tem por objetivo entre outras finalidades, ser uma <strong>razão auxiliar</strong> do grupo de contas patrimoniais do Ativo Imobilizado (<strong>Ativo Não Circulante</strong>), com a finalidade de manter saldos atualizados, conciliados e gerar números para serem registrados nos resultados com relação a <a class="classtermo" href="https://www.contabeis.com.br/contabil/depreciacao/">depreciação</a> despesa e baixas patrimoniais quando ocorrerem.</p>
<div class="publicidadeTextoInterna desktop"><a href="https://bit.ly/ntsqyon" target="_blank" rel="nofollow noopener"><img decoding="async" src="https://www.contabeis.com.br/assets/img/contabeisp/campanhas/qyon-banner2-portal-728x90px.jpg" alt="Qyon: Não troque de software agora" /></a></div>
<p>Todo esse acompanhamento deve ser contínuo, entretanto, para que possa ser realizado, deve ser iniciado numa base confiável, com isso, é de extrema importância a contratação de <strong>Especialistas em Gestão Patrimonial</strong> para a realização do <strong>Inventário Patrimonial.</p>
<p></strong></p>
<ul>
<li><strong>O CPC-01</strong></li>
</ul>
<p>A legislação é clara quanto a necessidade de realizar anualmente a <strong>Avaliação Patrimonial</strong>, na realidade o <strong>Teste de Impairment</strong>, visa evitar distorções com relação aos números reportados no Balanço Patrimonial quando comparados aos Valores Recuperáveis (<strong>Valor Recuperável</strong> é o maior valor entre o <strong>Valor de Mercado</strong> x <strong>Valor de Uso</strong> (capacidade de geração de <strong>Fluxo de Caixa do Bem</strong>).</p>
<ul>
<li><strong>O Teste de Impairment</strong></li>
</ul>
<p>O Impairment Test apesar de ser uma exigência legal e cobrado fortemente por empresas de auditoria, não necessariamente deve ser realizado em todo o universo de Ativos, de forma geral, empresas costumam aplicar o Teste de Impairment utilizando-se do <strong>conceito 80/20</strong>, ou seja, nos itens de maior valor agregado (geralmente um número pequeno) <strong>com grande representatividade no montante do Valor do ativo Imobilizado</strong>.</p>
<p>A a realização do <strong>Controle Patrimonial</strong> ou apenas o <strong>Teste de Impairment</strong> é fundamental, principalmente por:</p>
<ul>
<li>Expertise na apuração dos valores e utilização de métodos de Avaliação</li>
<li>Precisão e agilidade na realização dos projetos</li>
<li>Independência na geração de Laudos de Avaliação com total credibilidade e sem qualquer vínculo tendencioso.</li>
</ul>
<p class="fontecontabeis">Fonte: <em>AXS Consultoria Empresarial &#8211; <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/47738/balanco-patrimonial-e-o-impairment-test/" target="_blank" rel="noopener">www.contabeis.com.br</a><br />
</em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>PMEs intensificam busca por compliance</title>
		<link>https://escritorioobjetivojau.com.br/2020/10/29/pmes-intensificam-busca-por-compliance/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 11:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Preocupados cada vez mais em atuar em conformidade com a legislação e com as melhores<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupados cada vez mais em atuar em conformidade com a legislação e com as melhores práticas de seus respectivos setores, os empreendedores de pequenas e micro empresas praticamente triplicaram o ritmo de busca por informações numa intensidade inédita para o segmento.</p>
<p>A constatação é do hub de serviços e conteúdo CompliancePME. A iniciativa, que se dedica à disseminação e aplicação prática da ética e integridade nas pequenas e médias empresas brasileiras, detectou um crescimento de 275 % no número de consultas online durante o primeiro semestre. Em janeiro, a média de procura pelas informações e serviços disponíveis era de 800 empresários por mês. Já em julho, este volume saltou para 2200 visitas</p>
<p>Para a head de sucesso do cliente da CompliancePME, Nathália Göpfert, a maior intensidade da busca por informações sobre compliance, integridade e ética já havia sido detectada desde o ano passado como a necessidade crescente de contratar melhor e sem risco e foi reforçada neste ano com a pandemia, o home office e também pelas discussões em torno da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) .</p>
<p>Segundo ela, o fato desta nova lei ter prosperado e entrado em vigor acabou contribuindo para aumentar a relevância e a prioridade do tema junto aos empresários.</p>
<p>&#8220;Apesar do desejo de estar em conformidade com as normas e trabalhar de acordo com todos os conceitos de ética e transparência, os empreendedores de PMEs não dispõem de recursos suficientes em termos de ferramentas tecnológicas e capital humano para isso&#8221;, diz.</p>
<p>O CEO da Kronoos, Alexandre Pegoraro, comenta que não só por causa da LGPD, mas pela própria imposição do ambiente de negócios, a busca por compliance será uma exigência cada vez maior e os empreendedores precisarão se adaptar a ela.</p>
<p>&#8220;Temos registrado um crescimento constante da procura por nossos serviços desde o ano passado, mas nos últimos meses a demanda se intensificou e podemos afirmar que houve um aumento de 300% nas nossas pesquisas nos últimos três meses. As empresas estão com muita pressa de resolver suas situações para iniciar um novo tempo e não estão dispostas a esperar pelos processos manuais&#8221;, afirma Pegoraro.</p>
<p>Fonte: <em>Contabeis</em></p>
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		<title>SP prepara programa para renegociar dívida tributária e deve elevar 10% a arrecadação</title>
		<link>https://escritorioobjetivojau.com.br/2020/10/28/sp-prepara-programa-para-renegociar-divida-tributaria-e-deve-elevar-10-a-arrecadacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 11:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo prepara para novembro a regulamentação da lei paulista<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo prepara para novembro a regulamentação da lei paulista sobre transação tributária, uma versão da norma federal conhecida como Lei do Contribuinte Legal, que pode incrementar a recuperação desses débitos em até 10% nos próximos anos.</p>
<p>No caso paulista, o projeto original do governo tratava apenas da possibilidade de descontos em cima de dívidas com baixa possibilidade de recuperação, mas a Assembleia Legislativa ampliou a regra para todos os devedores, embora com descontos menores para dívidas recuperáveis.</p>
<p>Entre as questões que serão regulamentadas estão os critérios para classificar os devedores e as dívidas de acordo com a capacidade de pagamento e recuperação, o que vai definir o percentual de desconto aplicado.</p>
<p>A procuradoria diz que a lei não deve ser utilizada para premiar devedores com boa capacidade de pagamento e para dar descontos em dívidas com boas chances de serem recuperadas e avalia como essa questão pode ser regulamentada.</p>
<p>&#8220;A gente ainda está fazendo a regulamentação, porque houve algumas alterações na Assembleia que são significativas para nós e que não eram exatamente o que estávamos esperando&#8221;, afirma João Carlos Pietropaolo, subprocurador-geral do estado adjunto da área do contencioso tributário-fiscal da PGE-SP.</p>
<p>Segundo o subprocurador-geral, o projeto inicial nunca teve a intenção de premiar, por isso, não previa desconto de juros e multa para devedores com capacidade de pagamento.</p>
<p>&#8220;Existe devedor que continua em atividade e que pode pagar, o que leva à ideia de que o estado não deve conceder nenhum desconto a ele. Assim como existe o devedor que desativou a empresa, faliu, está em recuperação judicial ou que está praticamente em uma situação de exclusão econômica no negócio dele&#8221;, afirma Pietropaolo.</p>
<p>A dívida ativa paulista soma atualmente R$ 335 bilhões, sendo que 55% desse valor (R$ 185 bilhões) são considerados com baixa probabilidade de recuperação. São recuperados cerca de R$ 3 bilhões por ano, valor que pode subir para até R$ 3,3 bilhões por meio de adesão a transações, segundo estimativa da procuradoria.</p>
<p>Os descontos previstos na lei sobre juros e multas são limitados a 30% nos casos de dívidas que estão caminhando para baixa (irrecuperável ou de difícil recuperação). Quando a possibilidade de recuperação é maior, o limite é 10%. Ou até 50% para pessoas físicas ou empresas de menor porte. Não é possível reduzir o valor do principal.</p>
<h3><strong>Adesão dos contribuintes</strong></h3>
<p>Pietropaolo afirma que a procuradoria não tem uma perspectiva de que o contribuinte vá aderir em massa a esse tipo de instrumento, porque a adesão a programas de Refis, que eram mais generosos nos descontos, já não era elevada. Cerca de 95% da dívida ativa se refere ao ICMS, principal tributo estadual e um dos mais complexos do sistema tributário nacional, com diferentes legislações por estado, muitas exceções setoriais e um alto grau de litigiosidade.</p>
<p>Segundo a procuradoria, os segmentos mais representativos entre os débitos inscritos são o comércio varejista e atacadista, o setor de combustíveis, transportadoras e o setor de medicamentos.</p>
<p>O advogado Pedro Teixeira de Siqueira Neto, sócio do Bichara Advogados, afirma que é difícil encontrar um grande contribuinte que não tenha um auto de infração de ICMS e que tenha certeza se terá sucesso ao recorrer da autuação.</p>
<p>&#8220;É impossível ter um setor que não tenha algo de ICMS que seja controverso. A legislação do ICMS é tão diferente entre os estados e tão complexa, que, por melhor contribuinte que a empresa seja, ela acaba tendo uma divergência de interpretação que pode gerar uma autuação. E como essa divergência ainda não tem uma solução, seja a favor do Fisco ou do contribuinte, esse caso pode ser levado à transação&#8221;, afirma o advogado.</p>
<p>Frederico Bastos, sócio do BVZ Advogados e professor de Direito Tributário do Insper, da FGV e do Ibmec, afirma que a legislação paulista é uma oportunidade de reduzir o contencioso tributário e que os resultados na aplicação do instrumento podem servir de exemplo para outros estados. Ele destaca que a legislação paulista possui mecanismos para exclusão de devedores contumazes.</p>
<p>&#8220;Houve uma tentativa do estado de impedir que aquele devedor contumaz busque aderir a esse tipo de transação como uma forma de Refis. A ideia da transação não é ser só mais uma opção de parcelamento e sim contribuir para reduzir o contencioso tributário&#8221;, afirma Bastos.</p>
<p>De acordo com estudo do Núcleo de Tributação do Insper, o Brasil tem um contencioso tributário que representa 50% do PIB na União, 16% nos estados e 6% nos municípios.</p>
<p>Dívida ativa do estado de São Paulo Estoque total: R$ 335 bilhões ICMS: R$ 320 bilhões IPVA: R$ 5,5 bilhões ITCMD: R$ 750 milhões Outros débitos: R$ 8,75 bilhões</p>
<p>Recuperáveis: R$ 150 bilhões Irrecuperáveis: R$ 185 Bilhões 25% dos recuperáveis estão garantidos, suspensos ou parcelados.</p>
<p class="fontecontabeis">Fonte: <em>Folha de S.Paulo</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>IBGE: Número de desempregados chega a 13,5 milhões em setembro</title>
		<link>https://escritorioobjetivojau.com.br/2020/10/27/ibge-numero-de-desempregados-chega-a-135-milhoes-em-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 11:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[A edição mensal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 estimou que a<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição mensal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 estimou que a população desocupada, que era de 10,1 milhões no começo da pesquisa, em maio, passou para 13,5 milhões em setembro, um recorde da série histórica. O aumento foi de 4,3% no mês e de 33,1% desde maio. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>“Há um aumento da população desocupada ao longo de todos esses meses. Esse crescimento se dá em função tanto das pessoas que perderam suas ocupações até o mês de julho quanto das pessoas que começam a sair do distanciamento social e voltam a pressionar o mercado de trabalho”, disse, em nota, a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.</p>
<p>A pesquisa estimou a população ocupada do país em 82,9 milhões de pessoas em setembro, aumento de 1% frente ao mês anterior e retração de 1,7% em relação a maio. “A população ocupada era de 84,4 milhões em maio e caiu até o mês de julho, quando volta a ter variações positivas, chegando ao contingente de 82,9 milhões em setembro. Ainda está abaixo do número que tínhamos em maio, mas já mostrando uma leve recuperação nos meses de agosto e setembro”, afirmou a pesquisadora.</p>
<p>A força de trabalho, soma da população ocupada e da desocupada, passou de 94,5 milhões, em maio, para 96,4 milhões em setembro. O número de pessoas fora da força de trabalho caiu 1,5% em relação a agosto, chegando a 74,1 milhões. Já a taxa de desemprego passou de 13,6%, em agosto, para 14%, a maior da série histórica da pesquisa.</p>
<h3><strong>Auxílio emergencial</strong></h3>
<p>Em setembro, o percentual de domicílios onde algum morador recebeu auxílio para combater os efeitos da pandemia foi de 43,6%. Em agosto era de 43,9%. Foram atendidos 29,9 milhões em setembro frente aos 30,1 milhões de agosto. O valor médio do benefício recebido pela população foi de R$ 894 por domicílio.</p>
<p>“O percentual de domicílios onde algum morador recebia auxílio emergencial ficou estável nesses últimos quatro meses”, disse Maria Lucia.</p>
<p>Entre os tipos de auxílio abordados pela pesquisa estão o emergencial, destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, e a complementação do governo federal pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.</p>
<p>Segundo o IBGE, Norte (59,8%) e Nordeste (58,8%) foram as regiões que tiveram os maiores percentuais de domicílios recebendo auxílio. Entre os estados, o Amapá (68,4%) foi o que apresentou a maior proporção, seguido de Maranhão (63,7%) e Pará (63,3%).</p>
<p>“As regiões que têm mais domicílios com pessoas recebendo auxílio ainda são Norte e Nordeste, onde as pessoas estão mais dentro dos critérios para receber o auxílio. Esse percentual ficou estável em todas as grandes regiões”, afirmou a pesquisadora.</p>
<h3><strong>Testes de diagnóstico</strong></h3>
<p>O número de pessoas que fizeram algum teste de diagnóstico da covid-19 chegou a 21,9 milhões em setembro, o equivalente a 10,4% da população do país. Destas, 22,1%, o correspondente a 4,8 milhões, testaram positivo. Em agosto, 17,9 milhões haviam feito o teste e 3,9 milhões receberam o diagnóstico positivo da doença.</p>
<p>“De agosto para setembro, foram mais 4 milhões de pessoas que fizeram o teste e cerca de 1 milhão a mais testaram positivo”, disse Maria Lucia.</p>
<p>O maior percentual de pessoas que fizeram algum teste para detecção da covid-19 foi entre 30 e 59 anos de idade (14,3%), seguido pelos grupos de 20 a 29 anos (12,1%) e de 60 anos ou mais (9,2%). Entre as pessoas sem instrução ao fundamental incompleto, 5,5% realizaram e, entre aqueles com curso superior completo ou pós-graduação, 21,5%.</p>
<p>De acordo com o IBGE, o percentual de realização dos testes para diagnóstico da doença é maior no grupo com maior rendimento domiciliar per capita, chegando a 25,1% para as pessoas na faixa de quatro ou mais salários mínimos. No mesmo período, apenas 5,9% das pessoas na faixa de menos de meio salário mínimo fizeram algum teste.</p>
<p>“Três tipos de testes são abordados pela pesquisa: o SWAB, exame em que o material é coletado com cotonete na boca e/ou nariz; o teste rápido, com coleta de sangue por um furo no dedo; e o exame com sangue retirado na veia do braço. Dos 21,9 milhões de pessoas que fizeram o teste, 8,8 milhões fizeram SWAB e, destas, 2,3 milhões receberam diagnóstico positivo”, diz o IBGE.</p>
<p>O Distrito Federal (22,2%) foi a unidade da federação com maior percentual de testes realizados, seguido por Piauí (17%) e Goiás (16%). Os menores percentuais foram registrados em Pernambuco (6,8%), Acre (6,9%) e Minas Gerais (7,8%).</p>
<p>Fonte: Contabeis</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FGTS emergencial: Grupos criminosos estão roubando R$ 1.045 de trabalhadores</title>
		<link>https://escritorioobjetivojau.com.br/2020/10/26/fgts-emergencial-grupos-criminosos-estao-roubando-r-1-045-de-trabalhadores/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 11:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de R$ 2 milhões são desviados por mês em fraudes envolvendo os pagamentos emergenciais<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de R$ 2 milhões são desviados por mês em fraudes envolvendo os pagamentos emergenciais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) .</p>
<p>Os criminosos se cadastram com o CPF e nome do trabalhador no aplicativo do Caixa Tem e informam um e-mail falso, acessando o dinheiro logo em seguida.</p>
<p>Os dados acabam caindo na mão dos bandidos por descuido dos usuários, que, muitas vezes, clicam em links estranhos e são atraídos por anúncios falsos.</p>
<p>A técnica é conhecida como “phishing” e serve como caminho para uma série de roubos virtuais.</p>
<div id="intextvideo-r7"></div>
<p>Segundo o jornal O Globo, a Polícia Federal prendeu sete suspeitos de integrarem quadrilha para fraudar os saques emergenciais do FGTS e do PIS.</p>
<h3><strong>Segurança</strong></h3>
<p>A Caixa diz que os acessos fraudulentos não atingem 1% do total de pagamentos no mês, atualmente em R$ 6 bilhões, e que está reforçando os controles contra fraudes do tipo.</p>
<p>Ainda assim, a falta de instrumentos de segurança no momento de acesso ao app e a simplicidade na exigência de documentos (somente CPF, data de nascimento e nome da mãe) são um problema.</p>
<p>Fonte: Contabeis</p>
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		<title>Aprovados diretores de órgão que vai fiscalizar LGPD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 11:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (20) os nomes dos cinco indicados pelo presidente<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (20) os nomes dos cinco indicados pelo presidente Jair Bolsonaro para compor a primeira diretoria da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Três deles são militares. As votações foram secretas.</p>
<p>O órgão será responsável por fiscalizar e editar normas previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que passou a vigorar em setembro.</p>
<p>A nova legislação define uma série de regras para quem coleta e utiliza dados pessoais que podem identificar alguém, como nome, CPF e número de telefone, entre outros.</p>
<p>A ANPD é parte essencial da nova lei, já que deverá definir com clareza as regras e direitos para instituições e definir parâmetros de sua interpretação.</p>
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<p>Todos os cinco relatores designados para avaliar as indicações proferiram pareceres favoráveis à aprovação dos nomes. Os indicados foram sabatinados nesta segunda-feira (19) pela Comissão de Serviços e Infraestrutura.</p>
<p>O mandato do diretor-presidente será de seis anos. Os outros quatro diretores terão mandatos de cinco, quatro, três e dois anos. Ao fim desta primeira composição do Conselho Diretor, os mandatos dos cinco cargos terão duração fixa de quatro anos.</p>
<h3><strong>Indicados</strong></h3>
<p>O coronel Waldemar Gonçalves Ortunho Junior, atual presidente da Telebras, foi indicado para diretor-presidente do Conselho Diretor da ANPD, com o mandato de seis anos definido em lei.</p>
<p>Durante a sabatina, ele disse que a agência deve autorizar o uso de dados pessoais dos brasileiros, mas com responsabilidade. Ortunho Junior destacou ainda a importância de se construir uma regulação focada nas áreas que criam os maiores riscos para os indivíduos em relação à segurança cibernética.</p>
<p>&#8220;A LGPD requer que a ANPD dê orientação sobre vários assuntos como: compartilhamentos de dados, portabilidade de dados, regras para dados sensíveis, boas práticas etc. Os atores precisam de diretrizes escritas sobre como interpretar a lei. Também é importante orientar o mercado sobre os aspectos técnicos”, afirmou.</p>
<p>“Ao elaborar a lei o legislador compreendeu algo fundamental. Por trás dos dados estão as pessoas Esse foi um grande avanço para o país”, destacou o militar.</p>
<p>Completam as indicações para a ANPD aprovadas nesta terça:</p>
<ul>
<li>Arthur Pereira Sabbat, coronel e atual diretor do Departamento de Segurança da Informação do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), indicado para diretor por 5 anos;</li>
<li>Joacil Basilio Rael, atual assessor da Telebras e engenheiro da computação formado pelo Instituto Militar de Engenharia, indicado para diretor por 4 anos.</li>
<li>Nairane Farias Rabelo, advogada, indicada para diretora por 3 anos;</li>
<li>Miriam Wimmer, servidora pública de carreira da Anatel desde 2007 e diretora de Serviços de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, indicada para diretora por 2 anos.</li>
</ul>
<p>As principais competências da ANPD são:</p>
<ul>
<li>zelar pela proteção de dados pessoais criando diretrizes e normas para as empresas;</li>
<li>fiscalizar e aplicar sanções em caso de descumprimento da LGPD (somente a partir de agosto de 2021, conforme aprovado pelo Congresso);</li>
<li>tratar de casos de segredo comercial e industrial;</li>
<li>elaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;</li>
<li>elaborar estudos sobre as práticas nacionais e internacionais de proteção de dados pessoais e privacidade;</li>
<li>estimular adoção de padrões que facilitem o controle dos titulares sobre seus dados pessoais.</li>
</ul>
<h3><strong>ANAC</strong></h3>
<p>O plenário também aprovou os nomes de cinco indicados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), incluindo o escolhido para a presidência da agência, Juliano Alcântara Noman. Ele substituirá José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz na função.</p>
<p>Noman afirmou na sabatina realizada na Comissão de Infraestrutura que quer “criar um ambiente de cooperação” focado no compliance de segurança, “que é o que mais importa”, na opinião do diretor.</p>
<p>“Fazendo isso e tendo os regulados ao nosso lado eventuais desvio nos seremos mais capaz e teremos mais condições de agir com toda dureza e firmeza que são necessários”, disse Noman.</p>
<p>Noman é servidor efetivo da Anac, na carreira de Especialista em Regulação de Aviação Civil, desde 2008. Ele tem graduação em ciências econômicas e curso de extensão em gestão de infraestrutura aeroportuária pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).</p>
<p>Os demais indicados à ANAC que tiveram os nomes aprovados são:</p>
<ul>
<li>José Luiz Povill de Souza – indicado para o cargo de ouvidor;</li>
<li>Ricardo Bisinotto Catanant – indicado para o cargo de diretor;</li>
<li>Rogério Benevides Carvalho – indicado para o cargo de diretor;</li>
<li>Tiago Souza Pereira – indicado para o cargo de diretor.</li>
</ul>
<h3><strong>Anvisa</strong></h3>
<p>Foi confirmada pelos senadores a escolha de Antônio Barra Torres para ser diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Torres já está no cargo como presidente substituto desde o início deste ano.</p>
<p>Outros indicados à diretoria da Anvisa foram aprovados:</p>
<ul>
<li>Alex Machado Campos – cargo de diretor;</li>
<li>Meiruze Sousa Freitas – cargo de diretora;</li>
<li>Cristiane Rose Jourdan Gomes – cargo de diretora.</li>
</ul>
<h3><strong>Agências reguladoras</strong></h3>
<p>O plenário aprovou ainda indicados para outras cinco agências reguladoras:</p>
<ul>
<li>Rodolfo Henrique Saboia – indicado para diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP);</li>
<li>Symone Christine de Santana Araújo – indicada para diretora da ANP;</li>
<li>Eduardo Nery Machado Filho – indicado para diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq);</li>
<li>Carlos Manuel Baigorri – indicado para membro do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel);</li>
<li>Helvio Neves Guerra – indicado para diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel);</li>
<li>Vitor Eduardo de Almeida Saback – indicado para diretor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).</li>
</ul>
<p class="fontecontabeis">Fonte: Contabeis</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sancionada lei que põe fim a benefícios fiscais do ICMS no estado de São Paulo</title>
		<link>https://escritorioobjetivojau.com.br/2020/10/21/sancionada-lei-que-poe-fim-a-beneficios-fiscais-do-icms-no-estado-de-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 11:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Doria sancionou a lei que possibilita o fim dos benefícios fiscais do ICMS e<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador João Doria sancionou a lei que possibilita o fim dos benefícios fiscais do ICMS e do IPVA em todo o estado de São Paulo.</p>
<p>A medida deve gerar um aumento de tributos em curto espaço de tempo, uma transferência de mais de R$ 10 bilhões do setor privado e dos paulistas para o setor público, e uma elevação de preços de diversos alimentos e bens essenciais.</p>
<p>Diversas instituições, empresas e conselhos eram contra a aprovação da lei, devido ao período de crise vivido não só no Estado, mas no país todo.A FecomercioSP enviou um ofícios à Assembleia Legislativa e ao governador reforçando os danos que isso traria à economia do Estado e à situação de pessoas mais vulneráveis financeiramente, além de enfatizar que a medida é inconstitucional.</p>
<p>O projeto de lei 529/2020, agora convertido na lei 17.293/2020, possibilita que o governo estadual renove e/ou reduza benefícios fiscais relacionados ao ICMS, sendo que qualquer alíquota fixada atualmente abaixo de 18% é considerada um benefício.</p>
<p>Quanto ao IPVA, afeta sobretudo as empresas de locação de veículos.</p>
<h3><strong>Medida pode ser inconstitucional?</strong></h3>
<p>Esta proposta de lei foi apresentada pelo próprio governo estadual como uma forma de enxugar a máquina pública e de cobrir um déficit orçamentário estimado em R$ 10,4 bilhões para 2021.</p>
<p>O maior problema, apontado pela FecomercioSP desde a apresentação do projeto de lei, é que o artigo que trata do ICMS contradiz a Constituição Federal (CF) em relação ao princípio da estrita legalidade tributária.</p>
<p>Em outras palavras, a instituição ou majoração de tributo só pode ser feita por meio de lei, conforme o artigo 150, inciso I da CF.</p>
<p>No mesmo sentido, o Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da Súmula 544, diz que &#8220;isenções tributárias concedidas, sob condição onerosa, não podem ser livremente suprimidas&#8221;.</p>
<p>O projeto de lei foi aprovado na madrugada de quarta-feira (14) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, e teve seus destaques votados na quinta-feira (15) pelos parlamentares, que encaminharam o texto ao Poder Executivo.</p>
<p>No mesmo dia, foi sancionado pelo governador João Doria. Sexta-feira (16), a lei foi publicada no Diário Oficial do Estado, assim como seus Decretos regulamentadores 65.252, 65.253, 65.254 e 65.255.</p>
<p class="fontecontabeis">Fonte: Contabeis</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Tributação: Veja como preparar sua empresa para o pós-pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 11:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas empresas ainda estão lutando para manter seu capital intelectual e fluxo de caixa enquanto<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas ainda estão lutando para manter seu capital intelectual e fluxo de caixa enquanto o mundo vê casos e mais casos de Covid-19. Apesar do incentivo dos governos, as economias oscilam e os executivos mantém dúvidas sobre o futuro.</p>
<p>No Brasil, até agosto, o governo já havia destinado o equivalente a 11,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em estímulos econômicos para amenizar a crise desencadeada pelo novo coronavírus.</p>
<p>No restante da América Latina apenas o Chile contava com 1% a mais (12,3%). Pelo ranking mundial, o Brasil ocupava a 24ª posição em investimento contra a crise pós-pandemia.</p>
<p>Nesse cenário, formas de arrecadação além do uso do PIB como incentivo se fazem necessárias. Um novo caminho vem sendo traçado através da reforma tributária, evitando assim desmoronamento da economia e fuga de investidores.</p>
<h3><strong>Empresas no pós-pandemia</strong></h3>
<p>Em todos os países, consultores tributários estão de olho nos rumos das políticas para o setor. O que os empresários se perguntam é quando o governo conseguirá a aprovação da reforma e, portanto, a consequente redução da complexidade tributária. Tal medida seria um alívio para as empresas na recuperação pós-crise da Covid-19.</p>
<p>Para estar pronto para o mercado que se desenha, é recomendado:</p>
<p>– Revisão e reorganização da cadeia de suprimentos. É importante remover registros fiscais desnecessários e identificar outras deficiências de custos.</p>
<p>– Não procrastinar os pagamentos. Se for capaz de pagar as contribuições dentro do prazo e em sua totalidade, é o ideal, ao invés de solicitar quaisquer possíveis extensões. A última coisa que as empresas querem é iniciar suas operações pós-pandemia com um débito tributário. Haverá, possivelmente, outros débitos com os quais você precisará lidar.</p>
<p>– Correr atrás de suas restituições de imposto, mas também esteja preparado para uma auditoria fiscal. Não é incomum que autoridades fiscais revejam solicitações de restituições de crédito por meio de uma análise de seu arquivo. Se tiver um histórico de pagamentos atrasados ou solicitações de extensões, a empresa pode estar mais propensa à lista de auditorias.</p>
<p>Esses primeiros passos são fundamentais para suportar a realidade das políticas fiscais governamentais no mundo tributário pós-pandemia.</p>
<h3><strong>Reforma Tributária</strong></h3>
<p>Diante do cenário, o governo apresentou a primeira etapa da Reforma Tributária ao Congresso em 22 de julho, por meio do Projeto de Lei nº 3.887/2020, que prevê a criação da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) em substituição à atual cobrança das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins.</p>
<p>A nova CBS, com alíquota de 12%, é uma nova forma de tributar o consumo, alinhada aos modelos internacionais de Imposto de Valor Agregado (IVA). Com a CBS será possível acabar com a cumulatividade de incidência tributária, com cobrança apenas sobre o valor adicionado pela empresa.</p>
<p>Segundo o Ministério da Economia, a Reforma Tributária vai simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, gerando impactos positivos na produtividade e no crescimento econômico do país. A meta é substituir o atual modelo, que é caro e complexo, por mecanismos modernos e mais eficazes e novas etapas deverão ser apresentadas ainda este ano.</p>
<h3><strong>CBS</strong></h3>
<p>Os benefícios e regimes especiais eliminados pela proposta da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) totalizam R$ 28,2 bilhões, enquanto os mantidos representam R$ 64 bilhões. Sem a cesta básica, seriam R$ 48 bilhões. Esses são valores estimados para 2021.</p>
<p>De acordo com a Agência Câmara de Notícias, foi defendido pela secretaria da Receita Federal, a simplificação tributária proposta para evitar que as empresas tenham que continuar gastando 1.500 horas por ano para administrar seus pagamentos de impostos. No momento foi exposto que a legislação atual do PIS e da Cofins tem duas mil páginas com 60 só de índice.</p>
<p>A exemplo uma nota fiscal de 52 campos para preencher terá redução para apenas nove campos. Ainda foi afirmado que o projeto é compatível com as propostas de emenda à Constituição em tramitação e que prevê uma transição de seis meses. E um novo imposto único estadual seria implantado seis meses após a entrada em vigor da CBS. Foi também adiantado que o governo vai enviar proposta com redução do Imposto de Renda das empresas e taxação de dividendos.</p>
<p class="fontecontabeis">Fonte: Contabeis</p>
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		<title>eSocial doméstico: Após 5 anos, funcionalidades ainda não estão disponíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[escobjetconta2019]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 11:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[O eSocial está fazendo cinco anos em outubro, e nesse período ajudou a aumentar a formalidade no<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O eSocial está fazendo cinco anos em outubro, e nesse período ajudou a aumentar a formalidade no emprego doméstico.</p>
<p>Desde 2015, houve um aumento de 210.000 empregados registrados, equivalente a 17,65%, chegando a 1.550.000 em 2019. Mas, mesmo assim, 73% dos empregados domésticos ainda estão na informalidade, e o sistema não entregou tudo o que prometeu.</p>
<p>Apesar de ser considerado um grande avanço, alguns pontos ainda poderiam ser aperfeiçoados, de acordo com Mário Avelino, presidente do Instituto Doméstica Legal.</p>
<p>Segundo o instituto, uma das melhorias necessárias é o cálculo de férias. O sistema não calcula as férias de 18 dias quando o empregado doméstico tem jornada de Trabalho Parcial, obrigando o empregador doméstico a informar o número de dias que pode ser 18 dias ou menos, de acordo com a carga horária semanal.</p>
<p>Além disso, não considera horas extras e Descanso Semanal Remunerado para o cálculo das férias. O cancelamento das férias também é analisado como complicado.</p>
<p>As horas extras e descanso semanal remunerado também não entram para o cálculo de 13º Salário e Rescisão.</p>
<p>Em nota, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, afirma que o sistema calcula sim a jornada parcial, desde que o empregador tenha informado corretamente a jornada semanal do empregado na admissão. O sistema leva em consideração a jornada contratual.</p>
<p>No entanto, o sistema não controla a jornada do trabalhador e, por isso, não tem a informação de número de horas extras realizadas. Consequentemente, não há como calcular automaticamente o valor dessa verba se não tem a informação da quantidade de horas e se não tem a informação se essas horas extras foram ou não habituais.</p>
<p>Sobre o cancelamento de férias, a secretaria explica que o empregador tem de excluir a informação que havia sido prestada quando fechou a folha. E acrescenta que está reformulando esse procedimento, o que vai facilitar a retificação de informações incorretas.</p>
<p>Outro problema apontado pelo instituto é a comunicação do sistema com outros órgãos.</p>
<p>“Ocorrem muitos problemas de comunicação do eSocial com a Caixa Econômica Federal, às vezes o empregado que foi demitido sem justa causa e vai sacar o FGTS, a CEF ainda não tem os dados de rescisão, obrigando o empregador a refazer a rescisão e atrasar o saque do trabalhador. E, também, há problemas com a Receita Federal, gerando cobrança indevida ao empregador doméstico, por diferença de até R$ 0,01, sendo erro no processo de arredondamento entre os cálculos do eSocial e da Receita Federal”, afirma Mário Avelino.</p>
<p>Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, o que pode haver é algum tipo de erro ou inconsistência (por exemplo, divergência de nome que não foi atualizado na base do eSocial, gerando TRCT com nome de solteiro/casado desatualizado) nos dados enviados à Caixa.</p>
<p>O sistema também não permite o desconto de Pensão Alimentícia do empregado doméstico, causando problemas ainda no desconto do Imposto de Renda.</p>
<p>A secretaria informou que sobre isso, existe uma demanda em andamento para correção desse processo e realização do desconto quando devido.</p>
<h3><strong>eSocial</strong></h3>
<p>O eSocial foi criado pela Lei Complementar 150 de 01/06/2015, é obrigatório e tem como principal finalidade emitir o DAE – Documento de a Arrecadação do eSocial, que é uma guia única de recolhimento dos impostos e encargos no emprego doméstico, que são o INSS do empregado e do empregador doméstico, o FGTS, a antecipação da Multa de 40% do FGTS para a demissão sem justa causa pelo empregador, o Seguro Acidente de Trabalho e o Imposto de Renda descontado do empregado se houver.</p>
<p>O sistema também ajuda a fazer registro e contabilidade da folha de pagamento mensal do empregado doméstico, férias, 13º. Salário e desde 16/09/2016 calcula a rescisão.</p>
<p class="fontecontabeis">Fonte: Contabeis</p>
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